quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Esculturas de bronze de Nano Lopez

O entrelaçado vibrante dá vida as esculturas de Nono Lopez

Nano Lopez é um escultor Colombiano. Ficou bastante conhecido pela sua capacidade  enorme de fazer esculturas em bronze em tamanho real e muito bem acabadas. Vale lembrar que a escultura em bronze é uma das mais difíceis e demoradas do gênero. Criaturas fantásticas, animais de bronze em uma fusão fascinante de intrincados detalhes, texturas ricas e conexões surpreendentes. Nano nos convida a olhar o mundo com mais cuidado e descobrir por nós mesmos o tecido entrelaçado vibrante da vida. Textura de superfície é um elemento importante em suas peças. A combinação de sua formação clássica e na experimentação com materiais levou à produção de arte de vanguarda, que combina poderosas considerações estéticas e textural.  

 





Maria Angelica

Maria Cevada







segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Cerâmica de Cibele Toledo Krukoski


Peças, construídas com placas coladas, massas e esmaltes de alta temperatura

Nascida em Curitiba, iniciou a Escola de Belas Artes, sendo aluna de cerâmica de Arthur Nisio e Erbo Stenzel. Atualmente está ligada à Oficina de Cerâmica do Museu Andersen. Em seu atelier vem se dedicando a pesquisa de massas e esmaltes de alta temperatura e raku, obtendo diversas texturas nos vidrados, similares a peles de felinos, e a tecidos como o jeans, o linho, o cetim, e chegando a criar inúmeras massas de alta temperatura, inclusive de cor preta. Desenvolveu uma maneira de reciclar argila por meio de cozimento, além de uma técnica de construção com esta argila cozida. Seu trabalho prima pela versatilidade e a renovação criativa. Não se prende a nenhum tema ou técnica. A cerâmica é seu espaço de liberdade. Executa objetos de design, acessórios e utilitários, incorporando vidros, fibras orgânicas, pedras, arames, conchas, metais diversos e outros materiais em suas cerâmicas.  As peças, construídas com placas coladas, esculpidas e costuradas com fibras naturais salientam cortes e recortes. Utiliza técnica de placas e roletes, fazendo uso esporádico de torno. Suas peças são produzidas individualmente e glasuradas com esmaltes próprios. 

Copos-de-Leite na Água Placa e modelagem em dois tipos
 de argila. Queima em Alta Temperatura com engobe,
esmaltes, vidros, óxidos e metais.

Libélula e Vidro Modelagem em argila cozida 

Linho Crú Placa e Modelagem. Queima em alta temperatura

Bule Mel

Folha de plátanus



Cerâmicanorio
Informações/arteemter@gmail.com

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Ceramistas do Brasil

ARTE POPULAR
Nuca de Tracunhaém-PE

A cidade de Tracunhaém está situada na zona da mata pernambucana, distante 72 km do Recife. A cerâmica artesanal domina a atividade econômica da cidade. Há dezenas de ateliês e oficinas trabalhando com barro. A fama do local decorre do trabalho de seus artistas, sendo considerada um dos maiores centros de excelência na arte cerâmica em nosso país.
Na década de 60 que surgiram os primeiros artesãos modelando com argila figuras de santos, animais, objetos utilitários e decorativos (potes, tigelas, etc). Desde então a arte de modelar com barro foi-se tornando, progressivamente, conhecida e prestigiada. Muitos dos artistas têm seus trabalhos expostos em museus brasileiros e estrangeiros. Nuca-Manoel Gomes da Silva, e sua esposa Maria, são famosos pela confecção de leões sentados, com jubas exuberante. Mestre Nuca também faz outras figuras: peixes, galinhas etc. Suas peças são queimadas em forno a lenha e não são esmaltadas-terracota. Nuca é um dos mais antigos e expressivos artistas de Tracunhaém tendo sempre trabalhado junto com sua esposa Maria. O artista possui o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco honraria obtida através de um processo de candidatura por indicação de entidades culturais e órgãos governamentais e da avaliação do Conselho Estadual de Cultura (CEC). Tudo começou quando Mestre Nuca recebeu uma encomenda para fazer Leões. Seus Leões, quase sempre sentados, lembram os feitos de louça em Portugal que decoravam os jardins e varandas de muitas residências de antigamente. A característica marcante é o modo de apresentar as jubas que são feitas com dezenas de fragmentos circulares meio achatados, e também com pregas formando sulcos verticais. Outra peça inconfundível de Nuca e Maria são as bonecas com os cabelos encaracolados. Outras figuras também são produzidas: pinhas, animais:peixes, galinhas etc. As peças são queimadas em forno a lenha sem serem esmaltadas. Não usam também decorar, pintar, com tintas comerciais. A apresentação final é em terracota. Os trabalhos de Nuca e Maria são encontrados em Museus e coleções particulares no Brasil e no exterior.

Leão-Sítio Burle Marx no Rio de Janeiro-RJ

Leão-Praça em Tacunhaém-PE




Informações/arteemter@gmail.com

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Decadência x elegância

Móveis decadentes, desprezados e abandonados pelos cantos é a tendência da vez

Os móveis decadentes, desprezados e abandonados pelos cantos é a tendência da vez.  E esta em alta, altíssima no mundo que dita a decoração ambiental  Os móveis detonados, com aquele algo mais que o tempo lhe mostra em seus amassados, buracos e arranhões do tempo. Normalmente são um destaque na casa, mas com cuidado, use com sabedoria e sem exageros,. Eles estão em destaque e agora eles aparecem em tudo que é lugar, e decoram até lugares públicos, como um restaurante inteiro. O que antes era encoberto, como um buraco na forração de couro de um sofá, agora é explícito, fazendo charme decadente e contrastante em um ambiente moderno, por exemplo. Além dos couros, os tecidos dos estofados podem permanecer os mesmos, velhos, ainda que poídos, rotos, esfarrapados, ou mesmo as suas imitações envelhecidas propositalmente. E vale ainda a forração nova feita em saco de aniagem, para reforçar o conceito. As mesas e cadeiras antigas de ferro, que um dia estiveram ao tempo, nos jardins, entram em casa no estado em que lá foram abandonadas – ou seja, alinhavadas, enferrujadas. As madeiras nem sempre ganham restauração sob este novo olhar, uma releitura excêntrica que lojas de garimpo fazem. Portanto, veja bem: nada em arte e decoração é tão novidade assim. Afinal, quem cresceu nos anos 1960 viu passar a moda do decapé e dos espelhos oxidados, contanto que tivessem boas molduras – e, ainda nos 1970, eles ornaram paredes inteiras nas boates, halls de entrada e lavabos do primeiro time. O secular mobiliário da Provence também ganhou novamente espaço em lojas especializadas, entre nós, a partir dos 80, com seu ar branquinho, porém desgastado. Mas o excesso do seu uso praticamente nos fez enjoar dele, ainda que continuem a existir e até mesmo a ganhar novos endereços.
Enfim, agora é a vez dos detonados, encontrados desde os brechós, passando pelas vendas em garagem, e nos antiquários mais sofisticados. Até quando a moda dura? Sei não… se as peças forem ricas de origem (em estilo e material) acho que por muito tempo. Tanto quanto a qualidade de seus móveis… Como diria o dono de antiquário e decorador belga Axel Vervoordt: “qualquer peça, se é boa, tem uma eterna contemporaneidade”.

bandeja da Oficina de Agosto; cadeiras da Vila Nova; vaso da l’oeil

armário Oficina de Agosto

verde da Conceito: firma casa; sofá da tre-uni;
 mesa lateral / de apoio da ,ovo

de móveis patinados e em madeira de demolição,
 tudo da Artefacto Beach and Country
Allexincasa/arteemter
arteemter@gmail.com

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A Cerâmica de kat McIver

Eu e minha arte 'Kat McIver'

Cada peça se desenvolve como um processo evolutivo profundo, expressando minha jornada espiritual pessoal e as vicissitudes emocionais de existência. A escultura surge de uma dança erótica entre as mãos e o barro é como nós damos, rendemo-nos, nos acariciamos e me deixa ir para o desconhecido. Minha esperança é criativa para se conectar a você, o espectador. Sou grata a você por ver minhas criações. Eu cai de amor com a argila como uma modalidade de cura, eu usei as artes expressivas em diversas momentos, utizando argila com clientes e alunos. Eu continuo a explorar o meu próprio caminho espiritual pessoal, através da cerâmica e técnica mista. Para mim. o processo evolutivo simbólico de trabalhar com argila é mágico, e a experiência de jogar com o barro continua a ser minha paixão.