terça-feira, 2 de março de 2010

Artesanato de Tocantins

O capim dourado do Jalapão

Vaso Lau

O artesanato feito com o capim dourado, só é encontrado no Cerrado do Jalapão, no Estado do Tocantins. São artesanatos produzidos por artesãos da comunidade Mumbuca, formada por pequenos agricultores/artesãos que sobrevivem do extrativismo na região do Jalapão. A comunidade Mumbuca, transformou o artesanato de capim dourado em sua principal fonte de renda. Estudos botânicos e de manejo comunitário estão sendo realizados para garantir a exploração sustentável do capim dourado – colhido apenas uma vez ao ano nas veredas do Jalapão. E crescente a popularidade do artesanato de capim dourado. A planta, que só existe nessa região, permite a realização de trabalhos de extrema beleza. As bolsas, cintos, pulseiras, bandejas, vasos, descansos e chaveiros feitos com a palha ficam com a aparência e o impressionante brilho do ouro. Valorizadas quase como o metal, algumas peças de capim dourado chegam a custar caras no exterior. A arte originou-se no vilarejo de Mumbuca, TO, composto por remanescentes de antigos quilombos. Uma das mais antigas artesã é Dona Miúda. Ela ficou conhecida por ter popularizado a arte na região, conta que aprendeu a técnica de sua mãe e sua avó que, por sua vez, aprenderam de índios que habitavam a região. Na sua opinião falta qualidade em muitos trabalhos que não respeitam a tradição. Ela diz que "agora qualquer um faz" e defende algum tipo de identificação para diferenciar a origem das peças e também a planta que se encontra ameaçada de existência, que cresce nas margens dos vários rios que entrecortam o Jalapão.

Vaso Lau

Porta panela com coco

Artesã trabalha em bolsa enquanto exibe
outros produtos à Foto: Fernando Zarur



Aneis

Canetas

Pulseira



Bolsas

Viseira

Relógio Tocantins

Dona Noemi segurando artesanato
 feito de capim dourado do Jalapão – Tocantins
Foto Valdemir Cunha
Jalapãodeouro
Informações sobre peças

segunda-feira, 1 de março de 2010

Bailarinas de Cabaça . A arte de Letícia Baptista ”Bapi”

As “Bailarinas de Cabaça”

As “Bailarinas de Cabaça” retratam a cultura e a arte de diferentes épocas e regiões, o que enriquece e sofistica o design das peças. Inspirada na beleza e expressão de diversos folclores, as cores contrastantes e a sensualidade de seus movimentos fazem com que este adorno tenha uma exclusiva personalidade. A artista usa como matéria prima o fruto do Cabaceiro, um vegetal não comestível da família das abóboras muito popular no Brasil. Letícia Baptista ”Bapi” é de Minas Gerais, sua realização profissional deu-se através das Artes Plásticas. Começou a desenvolver esculturas em cabaça, o que lhe deu grande visibilidade no mercado nacional e internacional. Conhecedora de diversas técnicas desenvolveu  o seu trabalho através de uma leitura contemporânea, provocando a exigência imediata da beleza e originalidade
















bapidesigner
Informações arteemter@gmail.com

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Estilo Bleu Nature

Tecnologia e gravetos

É de ficar extasiado quando se vê a linha de luminárias, apliques, arandelas, abajur e lustres.
Explorados em galhos, apresentam um designer leve em combinação com outros materiais em uma associação de de dois organismos que estão juntos, em benefício de ambos numa combinação perfeita entre alta tecnologia e pureza orgânica. Dá vontade para encontrar espaço e ficar com todos. Fabricados pela francesa Bleu Nature, e dificil acreditar que gravetos estejam em alta.  

Imersos em massa densa de acrílico,
os gravetos ganham espaço e sobrevivem para ficar al alta.



 


 



 


 
arteemter@gmail.com

Estilo Villa Nova

 Tecidos exclusivos, almofadas únicas e móveis em madeira de demolição

Se você gosta de inovação é atual e esta sempre querendo coisas novas e criativas, veja as idéias. Com tanta tradição e conhecimento, a Villa Nova tornou-se uma das mais prestigiadas do mercado, sempre com muito bom gosto. São mais de 1.000 itens disponíveis, incluindo uma linha exclusiva de tecidos nacionais como os estampados. A marca comercializa móveis rústicos
 
Poltrona
reciclados  como aparadores, cadeiras e bancos, feitos por encomenda e com madeira de demolição. A riqueza de detalhes dos tecidos é fascinante, e conseguem deixar qualquer um deslumbrado deixando os ambientes exuberantes e ainda mais sofisticados. Vale à pena ter pelo menos um produto em sua casa.    

 
Poltrona Patch

Almofadas

 

 Banco em madeira de demolição

 
 Banco rústico

 
Cadeira coração

 Mesa de centro

 Aparador
arteemter@gmail.com

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Gehard Demetz

"A minha maior ambição é iniciar um diálogo entre as minhas esculturas e aqueles que olham para elas".


 As esculturas se tornaram um sucesso, para milhares de pessoas que sempre deixam dezenas de comentários apaixonados onde quer que as vejam.  "Começei minha aventura na infancia, quando estava encantado com aquelas enormes estátuas religiosas". Em Val Gardena existe uma tradição consolidada que remonta há mais de trezentos anos. Todo mundo pensa que esta tradição da escultura em madeira veio da Polónia. "Passei os primeiros seis anos da minha formação como escultor na Escola Arte na Selva, na vila em que nasci e onde vivo hoje. Durante muito tempo eu me concentrei no meu desenvolvimento como artista, seguindo cursos acadêmicos e fazendo pesquisas individuais. Meu trabalho é a madeira clássica escultura com escultura de aço, marreta e moto-serra. Minhas esculturas são feitas pedaço por pedaço e a construção dos elementos de madeira eu uso a lógica usada na ciência da computação. Eu gosto de todo mundo que interpreta o meu trabalho com base em seus sentimentos, dependendo de seu passado, experiências e de fundo, construindo suas próprias histórias. A minha maior ambição é iniciar um diálogo entre as minhas esculturas e aqueles que olham para elas. Algumas pessoas perguntam se há uma intenção de denunciar o abuso de crianças por trás das criações. Meus assuntos é transmitir a consciência de se tornar adultos. São crianças que se sentem tristes por não serem capazes de realmente ser crianças, mas que, por outro lado, ainda tem a possibilidade de optar por se tornarem adultos, independentes, libertando-se pouco a pouco de todas as influências transmitidas pelos seus antepassados. Eu trabalho com fotos de crianças, overleaping-las com as dos adultos. Eu quero a criança para transmitir através de seus movimentos e de expressão, o sentimento de um adulto. Eu sempre busco respostas através do estudo e da leitura para que eu me lembre dos momentos mais difíceis e misteriosos da minha infância.  Minha cidade natal sempre foi importante para mim e meu trabalho, pois dá-me a calma e a distância que eu preciso.  Vejo-os como sendo homogênea. Também estou usando novos materiais para meu trabalho. O potencial de transparência pode transmitir uma nova qualidade orgânica para minhas esculturas, suavizando a dureza da madeira.

O artista em seu estúdio entre:
"Basta um passo para trás" madeira, (à esquerda)
e "Tudo o que ele mentiu era verdade", madeira, (à direita)
Foto Ferdinando Cioffi

"Primeiro neve em Israel"
Foto Egon Dejor

"Eu sonhei em alemão" madeira,/ Foto Egon Dejor

"Para meus pais"/ foto de Alice A. Bosoni

"Perdoe-me" detalhes /Foto Martino Gerosa






Exposição

Exposição

Atelier
Apostolos Mitsios / yatzer /arteemter